30 de setembro de 2010

Tenham muito medo...


E é mesmo preciso ter... 
Ao que parece os 4 mosqueteiros vão se reunir de novo! Eu já avisei que vou deixar o carro em casa e percorrer novamente as ruas de Coimbra a pé... ihihihihihih
Se alguém se quiser juntar a nós é sempre bem vindo...

28 de setembro de 2010

Não é um adeus... é um até breve!



Peço desde já desculpa a todos, mas este post vai ser escrito na 1ª e 2ª pessoa!!! Estive para não escrever nada em relação a este assunto, pois tinha o receio de tornar isto meio lamechas e saudosista. No entanto não fui capaz de deixar de escrever e parece-me que não vou ser capaz do resto também...



Zézinho, ontem deste-me a grande novidade que vais emigrar... Vais para Inglaterra... para a ilha! 



Decorria o ano de 2001, quando te conheci... Já estava instalado em casa do Beto quando lá apareceu um artista de Cubos (até esse dia tal terra era totalmente desconhecida para mim) para dividir casa connosco. Lentamente foi-se criando uma relação entre nós... 
Lembro-me perfeitamente das tardes e noites passadas a jogar Street Figther vs Anime no meu PC, das idas ao velhinho para jogar bilhar, ou pimbal, ou matrecos com os putos do secundário, das guitarradas à janela (aquelas serenatas às vizinhas dos pijamas são míticas), das noitadas de copos, das noites de queima, dos nossos cortejos (tu vinhas com a malta de electro porque o pessoal do ISEC era meio routo), etc, etc, etc...

Depois veio a mudança de casa, onde formamos nova "família", desta vez com o Vitinho, mais conhecido por estúpido (claro que tinhas de ser tu a baptiza-lo). Aquela casa mais parecia uma casa de malucos... Também comigo a liderar as hostes o que se haveria de esperar? Cenas como as lan-partys de Call of Duty com o Vitor (o outro, não eu) a berrar para agente parar de andar atrás dele para o matar, ou as batalhas com os rolos de papel higiénico eram nota dominante. 

Andamos nisto dois anos até que nos abandonaste... Mais uma maluqueira da tua parte e lá foste tu comprar casa! Continuamos a vermo-nos regularmente... Vivias em Coimbra e jogavamos à bola juntos, por isso era fácil pôr-te a vista em cima!

Apesar de não vivermos juntos nesse ano os laços mantiveram-se e arrisco-me a dizer que se fortaleceram... A grande prova disso foi o que escreveste no raio da minha fita nesse ano... Acho que nunca contei a ninguém, nem mesmo a ti, mas aquilo marcou-me muito e lembro-me exactamente do que lá está...
Posso perder as minhas fitas todas, com as dedicatórias e todas as palavras de amizade e carinho de todos os que lá escreveram, mas a frase "és como o irmão que eu nunca tive" vai estar para sempre gravada em mim!


E és meu irmão... 
Como te disse no mail que enviei no meu dia de anos, és o único irmão que tenho que tem apelido Santos e não Ferreira! Faças o que fizeres, vais ter de me aturar para o resto da tua vida!!!

E como um irmão neste momento sinto um misto de felicidade e tristeza.
Se por um lado é óbvio que fico feliz por te ver sonhar, ter projectos, acreditar, etc., por outro fico triste por saber que não estarás aqui. Parece estupido dizer isto de um gajo que eu não vejo há praticamente 4 anos (isto contado ninguém acredita). Mas neste caso é diferente... Se a malta não se vê há esse tempo todo é mais por preguiça, comodismo, falta de oportunidade, ou mesmo até falta de necessidade (ambos sabemos que se precisarmos um estará com o outro). Agora é diferente... Será mais que meia duzia de kilometros a separar-nos!

Não digo que vou ter mais saudades, porque já as tenho... Sei que voltarás para nos contagiar com o teu sorriso e a tua alegria... até lá, fico a torcer por ti e fico na sombra à espera que tudo te corra bem... à espera que alcances os teus sonhos e realizes tudo aquilo a que te propões!


Quero acabar com uma frase que alguém me disse no longícuo ano 2000, quando entrei para a Universidade em Coimbra (nos últimos tempos é a 2ª vez que a uso):
"Vai e sê feliz... nós ficaremos na retaguarda a torcer e a rezar por ti e à espera que voltes."


Amigo e irmão, estarei cá quando voltares... no sucesso ou no fracasso terei sempre pouco para te dar, mas sabes que podes contar sempre comigo...


Grande abraço,
Vitor

26 de setembro de 2010

Deixar-mo-nos guiar


Na semana passada fiz um post que passou meio desapercebido (aliás, como quase todos eles ultimamente)... Estou a falar deste post.
Na altura escrevi isto porque, sem grande explicação, me lembrei desta música, toquei-a e cantei-a quando estava em Évora. Andei com isto na cabeça a semana toda... Cantei-a várias vezes... em casa com a guitarra, a caminho do emprego, ou mesmo no escritório (neste caso em silêncio e só para mim)... não pensei muito no porquê... cantei e pronto! 

E eis que quando a semana acaba (ou começa uma nova) tudo faz sentido...

Convido quem não leu a ler isto:
"A partir de agora tudo será diferente"

Foi o reforçar da ideia forte que a música me dá... é preciso deixar-mo-nos guiar por Jesus!!!


Boa semana a todos,
Vitor

23 de setembro de 2010

I need a coffee


O que vale é que amanhã é sexta-feira!

21 de setembro de 2010

A vida mudou e continua a mudar


A vida deu uma volta! Há uns tempos queria mudança e aqui está ela.
Sem me aperceber muito as coisas mudaram devagarinho, mas fazendo o balanço até há muita coisa diferente e provavelmente algumas mais aí virão.

20 de setembro de 2010

Parabéns Joana

Amiga, um beijão para ti...

Vitor

17 de setembro de 2010

"Tenho cruzes mas vivo feliz"


Há pouco estive a tocar guitarra (uma coisa normal). Toquei uma que me faz sempre pensar quando chega já perto do fim... Fica aqui para reflexão:



Há um barco esquecido na praia
Já não leva ninguém a pescar
É o barco de André e de Pedro
Que partiram pra não mais voltar
Quantas vezes partiram seguros
Enfrentando os perigos do mar
Era chuva, era noite, era escuro
Mas os dois precisavam pescar

De repente aparece Jesus
Pouco a pouco se acende uma luz
É preciso pescar diferente
Que o povo já sente que o tempo chegou
E partiram sem mesmo pensar
Nos perigos de profetizar
Há um barco esquecido na praia
Um barco esquecido na praia
Um barco esquecido na praia


Há um barco esquecido na praia
Já não leva ninguém a pescar
É o barco de João e Tiago
Que partiram pra não mais voltar
Quantas vezes em tempos sombrios
Enfrentando os perigos do mar
Barco e rede voltavam vazios
Mas os dois precisavam pescar

De repente (...)


Quantos barcos deixados na praia
Entre eles o meu deve estar
Era o barco dos sonhos que eu tinha
Mas eu nunca deixei de sonhar
Quanta vez enfrentei o perigo
No meu barco de sonho a singrar
Jesus Cristo remava comigo
Eu no leme, Jesus a remar

De repente me envolve uma luz
E eu entrego o meu leme a Jesus
É preciso pescar diferente
Que o povo já sente que o tempo chegou
E partimos pra onde ele quis
Tenho cruzes mas vivo feliz
Há um barco esquecido na praia
Um barco esquecido na praia
Um barco esquecido na praia

15 de setembro de 2010

É preciso acreditar

Deixo-vos aqui um dos meus Fados de Coimbra favoritos, "É preciso acreditar" de Luiz Goes e realso a primeira estrofe, também aquela que mais gostou:

"É preciso acreditar, é preciso acreditar
que o sorriso de quem passa é um bem para se guardar,
que é luar ou sol de graça que nos vem alumiar, com amor alumiar"


14 de setembro de 2010

À procura...



É oficial... ando à procura de uma casa nova!!!

13 de setembro de 2010

Tudo se explica através da Matemática

Está a começar mais um ano lectivo e alguns amigos recomeçam hoje as suas actividades curriculares (até estou a falar com palavras caras).
Sendo assim aproveito este dia para partilhar uma brilhante demonstração matemática. Aqui está ela:

Um bom regresso às aulas e um bom ano de estudo a todos... :)